04 janeiro 2012

Desesperados


Desespero nos poços
Desesperados querem ajuda
Na vontade não calcula
O tamanho dos destroços.

Querem sangue, vingança
Respeito, que se perdem
Com o tempo cedem
E dão confiança.

Quantos salvos e arrependidos
Desesperados socorridos
Com agora o brilho da ajuda.

Símbolos nos peitos
Fé sem selos
Trabalhadores da vida futura.

Débora Cristina Albertoni

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